No tabuleiro das gestões municipais, a diferença entre o sucesso administrativo e o ostracismo político é medida pela capacidade de entrega, inovação e, acima de tudo, pela sintonia com os anseios da população.
Hoje, traçamos o TOP 5 das Gestões, um ranking que separa quem transformou a máquina pública em motor de desenvolvimento de quem parece ter parado no tempo.
1º LUGAR: Helinho Aragão (Santa Cruz do Capibaribe)O Fenômeno da Eficiência e Continuidade
No topo do pódio, Helinho Aragão consolida Santa Cruz do Capibaribe como o exemplo a ser seguido. Assumindo o bastão com a missão de dar continuidade ao ritmo acelerado de entregas, Helinho não apenas manteve o curso, mas ampliou o horizonte. Com foco em infraestrutura urbana e na modernização do suporte ao Polo de Confecções, sua gestão exala aprovação popular. Helinho provou que a política se faz com técnica e diálogo, transformando a "Capital da Moda" em um canteiro de obras e um modelo de desburocratização. É, hoje, a maior força política da região.
2º LUGAR: Sérgio Colin (Toritama)
A Manutenção da Modernidade
Em Toritama, Sérgio Colin ocupa a segunda posição com méritos de quem soube herdar um legado de transformação e imprimir seu próprio ritmo. A "Capital do Jeans" continua em ascensão. Colin tem focado na organização do comércio e no fortalecimento da educação municipal. Sua gestão é marcada pela sobriedade e pelo pragmatismo, garantindo que Toritama não perca o fôlego de crescimento conquistado nos últimos anos. É o equilíbrio entre a juventude política e a responsabilidade administrativa.
3º LUGAR: Dra. Cátia (Jataúba)
A Força da Resiliência Social
Na terceira posição, Dra. Cátia se destaca pela estabilidade em Jataúba. Em um cenário de recursos mais escassos que seus vizinhos de polo, a prefeita tem focado no essencial: saúde e assistência social. Sua gestão é vista como um porto seguro para a população mais vulnerável, conseguindo manter as contas em dia e o serviço público funcionando sem os sobressaltos que marcaram administrações passadas. É a gestão do "pé no chão" que entrega o que promete.
4º LUGAR: Gena Lins (Taquaritinga do Norte)
O Desafio da Transição na "Dália da Serra"
Gena Lins ocupa o quarto lugar, enfrentando as dores do crescimento e as complexidades de uma cidade com forte apelo turístico e histórico. Embora demonstre intenção de inovar, a gestão ainda busca uma marca própria que a tire da sombra das crises políticas locais. Taquaritinga do Norte tem potencial para figurar no topo, mas a administração atual ainda patina em gargalos de infraestrutura e na necessidade de um projeto econômico mais robusto que vá além do calendário de eventos. A cidade padece também pela falta de consistência de projetos de grupos políticos.
5º LUGAR: Roberto Asfora (Brejo da Madre de Deus)
O Amargo Sabor da Inércia
No último lugar do nosso ranking, o veredito é duro para Roberto Asfora. Em Brejo da Madre de Deus, o que se vê é uma gestão que parece ter esgotado seu repertório. Enquanto as cidades vizinhas avançam em tecnologia e infraestrutura, Brejo amarga reclamações constantes na saúde e um sentimento de abandono em distritos importantes, como São Domingos. O veterano político parece não ter encontrado a fórmula para lidar com os desafios do século XXI, entregando uma administração lenta, desgastada e desconectada da agilidade que o Agreste exige. É o retrato de um modelo político que urge por renovação.